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Se você é estudante universitário, vestibulando e/ou está prestes a ser submetido a algum tipo de avaliação, prova ou concurso, esse blog post foi feito especialmente para você.

A seguir, trago informações baseadas em evidência de como o consumo do SuperCoffee é capaz elevar a sua performance nos estudos de forma limpa e saudável e dicas valiosas de como estabelecer uma rotina eficiente para aumentar a sua produtividade na hora de estudar.

A entrada dos jovens em uma universidade é um momento regado de entusiasmo, entretanto, a mudança de ambiente e costumes, pode se tornar um período crítico, de maior vulnerabilidade para o início do uso de substâncias estimulantes do sistema nervoso central (SNC).[1] Essa vulnerabilidade se estende aos vestibulandos e aos concurseiros no geral.

Alguns fatores de risco como vida estressante, grande carga horária das universidades, necessidade de estudar constantemente, cobrança imposta pelos próprios alunos e pela sociedade e preocupação com o rendimento acadêmico são os principais fomentadores do consumo de drogas estimulantes pelos estudantes universitários e por aqueles que estão em período de provas, vestibulares ou outros concursos. [2]

Substâncias Psicoestimulantes

Durante as minhas pesquisas para a produção deste blogpost, a grande maioria dos estudos encontrados demonstraram que os acadêmicos das áreas da Saúde são mais propensos ao consumo de substâncias psicotrópicas. E, dentro deste segmento acadêmico, os estudantes de Medicina lideram quando o assunto é o uso de drogas estimulantes. Essa observação está de acordo com outros estudos que demonstram que acadêmicos de Medicina, de fato, são os maiores consumidores entre os grupos de universitários.[3]

O estilo de vida adotado pelos estudantes universitários culmina com a necessidade de ficarem mais tempo acordados e ativos para suprir a demanda de estudo. É nesse momento que encontramos um grande uso de drogas estimulantes no grupo. Entretanto, o impacto dessas substâncias acaba culminando em um padrão irregular de sono, que pode gerar consequências negativas, simplesmente pelo fato do sono ser uma função biológica fundamental na consolidação da memória, na restauração do metabolismo energético cerebral e na conservação e restauração da energia. [4] Assim, o sono comprometido pode acarretar em alterações significativas no funcionamento não só cognitivo, mas também social e físico.

O metilfenidato é um fármaco do grupo dos anfetamínicos, mais conhecido pelo nome comercial Ritalina®. Essa substância, classificada como estimulante do SNC, apresenta efeitos mais proeminentes sobre a atividade mental do que a motora[5] e o seu mecanismo de ação está relacionado ao estímulo direto de receptores alfa e beta adrenérgicos ou à liberação, indireta, de dopamina e noradrenalina nos terminais sinápticos dos neurônios. [6]

Um estudo realizado na Universidade Federal da Bahia encontrou uma prevalência de 8,3% para o uso não prescrito do metilfenidato entre os acadêmicos de Medicina. [7]

Outro estudo realizado em uma universidade do extremo sul do Brasil demonstrou que a prevalência de uso de substâncias estimulantes foi de 57,5% sendo que 51,3% destes começaram a usá-las durante a faculdade. [8]

Diante de dados como esse, e de outros estudos semelhantes fora do país [9-11], fica claro que consumo de substâncias psicotrópicas tem se tornado cada vez mais frequente no mundo e a parcela da população que vem sendo mais afetada é composta principalmente por jovens que estão ingressando ou já frequentam o ensino superior. Esse fato levanta uma preocupação com o crescimento do consumo dessas substâncias de uma maneira geral, mas também de derivados anfetamínicos que são substâncias capazes de induzir severas perturbações mentais, como alucinações, estado de pânico, tendências suicidas e até mesmo psicoses em pessoas mais suscetíveis, além de possuírem propriedades que lhe conferem o potencial de uso abusivo e dependência.[12-16]

O que os estudantes buscam através do consumo destes psicoestimulantes é aumentar o estado de alerta, de concentração e de motivação, melhorar o desempenho cognitivo, otimizar a capacidade física e mental e reduzir o sono.

A grande questão é que, ainda que o uso desses fármacos exerçam efeito no aumento do poder de concentração e que os estudantes verifiquem uma melhora do rendimento acadêmico, os psicoestimulantes alopáticos e bebidas energéticas com altos níveis de estimulantes e de açúcar não estão isentos de efeitos colaterais. Pelo contrário, o uso de tais substâncias pode causar efeitos danosos como modificação do raciocínio, humor e comportamento, diminuição da percepção, estresse e falta de sono.[17, 18]  O uso não médico de estimulantes prescritos, portanto, representa um comportamento de alto risco. Esses efeitos colaterais, somados, provocam uma diminuição do desempenho acadêmico e podem gerar situações mais drásticas como transtornos psiquiátricos diversos.[4]

Diante disso, fica claro que o uso de psicoestimulantes alopáticos não é o caminho para quem busca uma alta performance nos estudos e um bom desempenho nas provas. Muitas vezes, os estudantes recorrem a essa alternativa para preencher lacunas resultantes da ausência de uma rotina de estudos capaz de aumentar a produtividade e o rendimento no processo de aprendizado.

Uma rotina de estudos bem planejada, a prática regular de atividade física e de meditação, sono adequado e alimentação saudável são, em conjunto, o grande segredo para um alto desempenho nos estudos e para resultados extraordinários em qualquer prova ou concurso.

SuperCoffee x Estudos

Outro aliado valioso nesse processo é o SuperCoffee. Ele já tem sido utilizado por diversos estudantes demonstrando efeitos muito positivos. O SuperCoffee é 100% natural, sem açúcar, sem efeitos adversos e com resultados rapidamente visíveis e significativos.

Os benefícios estão diretamente veiculados aos ingredientes da sua composição, dentre eles a cafeína, em dose segura, e o TCM, que, juntos, despertam maior estado de alerta mental, melhor desempenho cognitivo, otimizam a vigilância e o tempo de reação, atenuam os efeitos deletérios da privação de sono e melhoram a capacidade de concentração. Além de melhorar a formação de conceitos, raciocínio, memória, orientação, atenção e percepção.[19-25]

Os triglicerídeos de cadeia média (TCM) são metabolizados em corpos cetônicos que servem como uma fonte alternativa de energia para os neurônios, e estudos já observaram que fontes alternativas de energia que visam aumentar o metabolismo neuronal podem proteger os neurônios de doenças neurológicas degenerativas, como a demência de Alzheimer.[26] Outros estudos associam, ainda, o consumo crônico da fórmula cetogênica a efeitos positivos sobre a memória verbal e velocidade de processamento. [27] A própria dieta cetogênica mostrou efeitos positivos sobre a memória de trabalho, atenção visual e troca de tarefas.[28] Outras evidências neurobiológicas sugerem que os corpos cetônicos são um substrato energético alternativo eficaz para o cérebro e a elevação dos níveis plasmáticos de corpos cetônicos por meio de uma dose oral de triglicerídeos de cadeia média (TCMs) pode, de fato, melhorar o funcionamento cognitivo.[29]

Se você fez ou faz uso de alguma medicação psicoestimulante, convido você a deixar essa opção de lado e desenvolver uma rotina de estudos de alta produtividade aliada ao consumo do SuperCoffee. O crescimento será exponencial!

Como elevar sua performance nos estudos

Aprenda a estabelecer uma rotina de estudos eficaz em 4 passos:

1) Metas

A produtividade começa com objetivos. Com objetivos claros e desafiadores você tende a ser mais focado e comprometido, levando a uma maior sensação de prazer ao que estiver fazendo. Sugiro que você elabore um planejamento semanal, determinando exatamente quais conteúdos você deve estudar em cada dia da semana e a quantidade específica de exercícios que você deve praticar.

Definir com exatidão (por exemplo: “quarta feira: estudar os conteúdos X e Y e realizar 50 questões de cada um”) faz com que a meta seja mais alcançável, pois você sabe exatamente o que fazer e não perde tempo no ócio ou simplesmente pensando em por onde começar. Com planejamento você tem o domínio do seu tempo e tem a visualização direta dos seus compromissos. Elaborar e cumprir uma rotina de estudos bem planejada é capaz de aumentar exponencialmente o seu desempenho. Outra dica de ouro para otimizar a memorização dos conteúdos é produzir métodos ativos de revisão, como elaborar flashcards e tentar formular os seus próprios mnemônicos, colocando pelo menos um turno da sua semana para revisar conceitos importantes.

2) Foco

Para ser produtivo, é preciso manter o foco. Isso não é fácil na nossa era. Recebemos uma enxurrada de informações, distrações e interrupções e isso leva a desmoralização e a um rendimento de baixa qualidade, ou simplesmente não gera rendimento. A grande chave para manter o foco é identificar os distratores e eliminá-los. Tente estabelecer um tempo exato para ficar no celular ao invés de ficar verificando redes sociais indefinidamente, por exemplo. E outra dica valiosa é tentar fazer uma atividade de cada vez. Fazer várias coisas ao mesmo tempo faz com que você não se concentre totalmente na tarefa que está realizando.

3) Energia

Tudo que você faz para cuidar bem de si mesmo é importante para aumentar sua performance. Uma boa qualidade de sono, alimentação e atividade física são enormes otimizadores da produtividade.  Essas atitudes aliadas ao SuperCoffee são o combustível perfeito para oferecer energia de qualidade, principalmente nos dias em que o foco, a concentração e a disposição não estão dos melhores. Esqueça a ideia de que precisa de algum psicoestimulante alopático ou termogênico não natural para ter energia. Um bom desempenho vem de dentro pra fora. Apenas consumindo energia limpa e de qualidade você obterá resultados de qualidade. Já ouviu aquele ditado que diz que “o seu mundo exterior é um reflexo do seu mundo interior”? Pois bem, funciona assim também nos estudos. Opte por fontes de energia naturais e observe a sua evolução.

4) Pausa

Todos nós já sentamos a mesa e percebemos a nossa atenção indo embora mesmo quando gostamos do trabalho. Todos nós já nos sentimos cansados até de fazer o que amamos. Isso é simplesmente o seu cérebro dizendo que você precisa de uma pausa. Coisas simples: uma conversa de corredor, uma pausa para ir ao banheiro, lavar o rosto, ou simplesmente respirar por alguns minutos.

Seu cérebro precisa de mais tempo de inatividade do que você imagina – para processar informações, se recuperar e lidar com a vida a fim de que você possa ser mais produtivo. Não falo apenas de período de férias. Falo sobre pausas ao longo do dia. As pequenas pausas levam a emoções mais positivas e a uma produtividade maior. Por exemplo, o simples fato de não comer na mesa de estudos, ou fazer uma pausa de dois minutos para se alongar já melhora o rendimento, simplesmente porque ficar focado durante longos períodos faz com que você acabe perdendo motivação, fique menos feliz e, consequentemente, menos produtivo. É evidente que a nossa mente precisa descansar para restaurar os neurotransmissores e aumentar a nossa atenção futura. Isso significa que o ideal é que você não fique em uma atividade exclusiva por mais de uma hora no máximo sem uma pausa mental e física. Pequenos intervalos de dois a cinco minutos a cada hora podem te ajudar a se sentir muito mais alerta mentalmente e motivado para voltar aos estudos.

Referências:

  1. PEUKER, A.C.; FOGAÇA, J.; BIZARRO, L. Expectativas e beber problemático entre Universitários. Psicologia: Teoria e Pesquisa, v. 22, n. 2, p. 193-200, 2006.
  2. LEMOS, K. M. et al. Uso de substâncias psicoativas entre estudantes de Medicina de Salvador (BA). Rev. psiquiatr. clín., v. 34, n. 3, 2007.
  3. MENDONZA, D.Z.U. Consumo de Substâncias psicoativas em Estudiantes de Especialidades Médicas, Bogotá 2011. Revista de Salud Pública, v. 4, n. 1, p. 59–73, 2002.
  4. CARDOSO, H.C., et al. Avaliação da qualidade do sono em estudantes de medicina. Rev. Bras. Educ. Med., v. 33, n. 3, p. 349-355, 2009.
  5. COCCARO, E.F.; LAWRENCE, T.; TRESTMAN, R.; GABRIEL, S.; KLAR, H.M.; SIEVER, L.J. Growth hormone response to intravenous clonidine challenge correlate with behavioral irritability in psychiatric patients and health volunteers. Psychiatry Research, v. 39, p. 129–139, 1991.
  6. PASTURA, G.; MATTOS, P. Efeitos colaterais do metilfenidato. Revisão de Literatura. Revista de Psiquiatria Clínica, v. 31, p. 100–104, 2004.
  7. CRUZ, T.C.S.C.; JUNIOR, E.P.S.B.; GAMA, M.L M.; MAIA, L.C.M.; FILHO, M.J.X.M.; NETO, O.M.; COUTINHO, D.M. Uso não-prescrito de metilfenidato entre estudantes de medicina da Universidade Federal da Bahia. Gazeta Médica da Bahia, v. 81, n. 1, p. 3–6, 2011.
  8. Henri Luiz MorganI Arthur Franzen PetryI Pedro Afonso Keller LicksI Artur Oliveira BallesterI Kellwin Nery TeixeiraI Samuel C. DumithI. Consumo de Estimulantes Cerebrais por Estudantes de Medicina de uma Universidade do Extremo Sul do Brasil: Prevalência, Motivação e Efeitos Percebidos. Revista Brasileira de Educação Médica 102 41 (1) : 102-109; 2017.
  9. DESANTIS, A.D.; WEBB, E.M.; NOAR, S.M. Illicit use of prescription ADHD medications on a college campus: a multimethodological approach. Journal of American College Health, v.57, p. 315–324, 2008.
  10. MCCABE, S.E.; KNIGHT, J.R.; TETER, C.J.; WECHSLER, H. Non-medical use of prescription stimulants among US college students: prevalence and correlates from a national survey. Adiction, v. 99, p. 96–106, 2005.
  11. BABCOCK, Q.; BYRNE, T. Student perceptions of methylphenidate abuse at a public liberal arts college. Journal of American College Health, v. 49, p. 143– 145, 2000.
  12. Minzenberg MJ, Carter CS. Modafinil: A review of neurochemical actions and effects on cognition. Neuropsychopharmacology 2008;33(7):1477–1502. 10.
  13. da Graça CSG. Consumo de estimulantes cerebrais nos estudantes de Medicina da Universidade da Beira Interior. Revista Brasileira de Educação Médica 109 41 (1) : 102 – 109 ; 2017
  14. Newbury-Birch D, White M,Kamali F. Factors influencing alcohol and illicit drug use amongst medical students. Drug Alcohol Depend 2000; 59(2):125-130.
  15. Webb JR,Valasek MA, North CS. Prevalence of stimulant use in a sample of US medical students. Ann clin psychiatry 2013; 25(1):27-32.
  16. Kudlow PA, Naylor KT, Xie B,Mcintyre RS Cognitive Enhancement in Canadian Medical Students.JPsychoactiveDrugs 2013; 45(4):360-365
  17. TOCKUS, D.; GONCALVES, P. S. Detecção do uso de drogas de abuso por estudantes de medicina de uma universidade privada. J. bras. psiquiatr., v. 57, n. 3, 2008.
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  28. Ota M, Matsuo J, Ishida I, Hattori K, Teraishi T, Tonouchi H et al. Effect of a ketogenic meal on cognitive function in elderly adults: potential for cognitive enhancement. Psychopharmacology (Berl). 2016 Oct;233(21-22):3797-3802.
  29. Reger MA, Henderson ST, Hale C, Cholerton B, Baker LD, Watson GS et al. Effects of beta-hydroxybutyrate on cognition in memory-impaired adults. Neurobiol Aging. 2004 Mar;25(3):311-4.
Társila Machado

Author Társila Machado

Amante da vida em equilíbrio e movida por um desejo irrefreável de despertar a alta performance no maior número possível de pessoas. Com base em pesquisas e estudo contínuo, acredita que a integração entre corpo, mente e espírito é a chave mestre para alcançar maiores níveis de evolução pessoal, saúde e sucesso nas diversas áreas da vida.

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